Para a criança que há em nós,
Pouco importa se existe céu
Ou o inferno,
O que ela quer é assoprar
Bolhas de sabão ao vento…
Essa criança é alheia ao medo,
As angústias do mundo
E ao desespero,
Não possui culpa,
Nem preocupações,
Não quer ter bens terrenos,
Quer ser, quer viver,
Pois trás desenhado
Em seu rosto o maior bem
Que alguém pode ter:
A capacidade de sorrir…
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